quinta-feira, 31 de julho de 2008

Assasinato sim!
















Minha opinião só deve ser lida por pessoas inteligentes e dispostas a reconhecer seu possível erro. Pessoas que não se levam por um mero axometro sobre a pratica do aborto.

Bom....sou firme em minha posição contrária ao aborto,gostaria de enfatizar que a mãe não pode ter o direito de interromper a gravidez, porque isso seria um assassinato. O feto não é um prolongamento do corpo da mãe. Na gestação, o agente ativo é o feto; e o passivo, a mãe. Se o feto não tivesse protegido pela cápsula embrionária no útero, seria expulso como um corpo estranho.

Os que defendem o aborto querem usar o argumento de que é uma questão de saúde pública, mas está comprovado que as nações em que o aborto é legalizado, o número de abortos clandestino continua aumentando. Questão de saúde pública é o que acontece com as mulheres que praticam o aborto. Elas são três vezes mais sujeitas à internação hospitalar após o aborto do que as mulheres que dão à luz, bem como a uma série de doenças (a lista daria para preencher duas páginas de uma revista) como conseqüência do aborto.Essa história de que a mulher tem direito sobre o próprio corpo e pode abortar não equivale à verdade. Ninguém tem direito absoluto sobre o seu corpo, que dirá sobre a vida de outro corpo que se desenvolve dentro da mulher. Na minha opinião, em hipótese alguma o aborto deve ser realizado.

Quero explicar que a biologia, ciência que define a vida, comprova que esta começa na concepção. Isto significa que abortar é matar. A teologia cristã não é em nenhum momento contrária à ciência. A vida é contínua, seja intra ou extra-uterina, até a morte. Isso é confirmado pela genética, a embriologia e a medicina fetal.
Nenhum cientista honesto pode discordar que a vida começa na concepção.

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