quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Presidente da ONG Rio de Paz fará abertura da Consciência Cristã 2010

O pastor Antônio Carlos Costa, da Igreja Presbiteriana da Barra, do Rio de Janeiro vai fazer abertura do 12º Encontro para a Consciência Cristã, que começa amanhã, dia 10, a partir das 19 horas e 30, no Parque do Povo, centro de Campina Grande, na Paraíba.
O Pastor Antônio Carlos vai ministrar a primeira concentração noturna na Representação do Tabernáculo Bíblico, que este ano passou de 3. 600 para 5000m². O tema abordado pelo primeiro preletor do evento será “A centralidade da pessoa de Cristo.”
O pastor Antônio Carlos é o presidente da ONG Rio de Paz. Segundo o site da entidade, a ONG é um grupo que reúne cidadãos de todos os segmentos da sociedade interessados na defesa dos direitos humanos no país.É uma organização sem vínculos políticos ou ligação com instituição pública, que tem como objetivo a segurança pública. A missão da ONG Rio de Paz gira em torno do respeito ao direito à vida.
A abertura do 12º Encontro conta ainda com a participação da cantora Lilian Paz, da gravadora Patmos Music, do Rio de Janeiro, além do cantor Cristiano Borges, da Orquestra Átrios de Louvor, Coral Silvino Silvestre, Gesilda Cardoso, Ministério Anunciar e Ministério Visão Cristocêntrica, todos de Campina Grande.O Encontro para a Consciência Cristã 2010, que se encerra somente no dia 16 de fevereiro, tem uma vasta programação, que conta com 21 eventos paralelos, 91 palestras, 33 preletores e mais de 20 apresentações musicais. A participação é inteiramente gratuita e aberta para o público em geral, para mais informações o site oficial do Encontro é o www.vinacc.org.bro telefone da Visão Nacional para a Consciência Cristã – VINACC, órgão responsável pelo evento é o (83) 3342-4654.

Vinacc/tempo de Colheita

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Morre o pastor presidente da Igreja Assembléia de Deus da Penha


Morreu às 6h50 da manhã desta quarta-feira, dia 03 de fevereiro, o presidente da Assembléia de Deus da Penha, no Rio de Janeiro, pastor José Santos. Ele era sogro do vice-presidente da igreja, pastor Silas Malafaia. O velório acontecerá no templo da igreja a partir das 17h e o às 9h no Cemitério Jardim da Saudade.As causas da morte não foram divulgadas. José Santos estava internado há alguns dias devido problemas de saúde.


Pastor José Santos recebe homenagem em carta da Assembléia de Deus


Dos tempos de garoto guardou boas recordações: das partidas de futebol, dos campinhos de várzea, dos banhos no rio que passava nos fundos de sua casa, e dos inúmeros amigos que angariou nos tempos de sala de aula no grupo escolar Teófilo de Melo. Amizades que, com orgulho, cultiva até os dias de hoje.

Na adolescência, começou a forjar o seu caráter com o trabalho duro na roça. Época de dificuldades onde procurava esquecer-se das horas dedicadas na árdua labuta preenchendo o tempo vago brincando nas festas populares e dançando nos animados bailes do “Tangerina”; local dos eventos sociais da cidade.

Já moço formado, trabalhou como “guarda-chaves” da antiga estação de ferro Leopoldina em Santo Antonio de Pádua onde, pensava ele, poderia chegar a ter um futuro tranqüilo como funcionário público. Não sabia o jovem rapaz que Deus o chamava não para “guardar chaves”, mas para abrir portas, para a pregação das Boas-Novas do reino de Deus onde quer que o Senhor o envie.

Era então o ano de 1948. Num culto realizado na casa de sua futura esposa irmã Maria Leal, José Santos creu em Jesus Cristo. Os amigos não acreditavam que, justamente ele, o animador das festas, o puxador da folia de reis, o amigo dos bares e da bebida fosse realmente levar esse caso de “virar crente” a sério. Fizeram apostas que ele não resistiria aos apelos da farra e da boêmia. Felizmente perderam. Na noite de 03 de novembro daquele ano o jovem José Santos depositava o pesado fardo de sua existência aos pés do Senhor Jesus. Nascia ali, um novo homem. A entrega foi total: no dia 13 de novembro de 1948 recebe o batismo no Espírito Santo. Não tardaria e no dia 02 de janeiro do ano seguinte, passaria pelas águas e tornar-se-ia membro da Igreja.

Entusiasmado com o calor espiritual dos que ali se reuniam para cultuar a Deus, o jovem José deixou-se envolver pelo trabalho do mestre. Os anos que se seguiram foram empregados na busca incansável dos meios, os melhores que fossem, de agradar a Cristo. Era preciso servi-lo com toda a integridade de coração e amplitude de espírito.Em 29 de julho de 1950 o jovem José Santos une-se através dos sagrados laços matrimoniais a irmã Maria Leal, a bela flor que ele colheu na juventude e que no outono da vida permanece ao seu lado, dando testemunho de uma vida de dedicação e amor que teima em desabrochar por quase meio século.

Ainda nesta época, apoiado por sua esposa, passa a empregar sua vida no estudo e pregação da Palavra de Deus. Eram necessárias bases sólidas para a construção do grande edifício espiritual que iria surgir de suas mãos. Aonde o jovem crente chegava dava seu testemunho, e assim, pela intensidade de vezes que subiu ao púlpito e pregou em praças públicas, sua mensagem foi pouco a pouco se delineando, tomando feições amplas, tanto pelo conhecimento que adquiria, como pelo amor as almas e o evidente toque do Espírito.

O Ministério deste homem de Deus cresceu, se espraiou, ganhou ares nas pequenas cidades de Baltazar, Aperibé e Itaocara onde trabalhava como pregador itinerante e auxiliava as igrejas locais.No mês de março de 1953 foi consagrado ao pastorado e comissionado pela Igreja de São Cristóvão a dirigir o trabalho missionário na cidade de Carangola.

Quem o observasse, talvez o confundisse com alguns dos inúmeros jovens que começavam a se envolver com o evangelho do reino sequioso de aventuras e de progresso. Aquele rapaz, no entanto, era diferente; entregara-se ao trabalho de levar a mensagem do evangelho pelo simples fato de crer que Deus o chamava para realizar um grande trabalho que envolveria toda sua vida.

Na cidade de Carangola o jovem Pastor permaneceu por 11 anos pastoreando a igreja e abrindo trabalhos em cidades vizinhas como Tombos, Pirapetinga e Divino de Carangola. Ali, juntamente com sua companheira, irmã Maria Leal Santos gastou o melhor de sua vida: seu amor, suas forças, seus talentos, seu ministério, alicerçando as estruturas das Assembléias de Deus naquela região numa época em que a perseguição contra os evangélicos no Brasil era muito severa.Após este período, transferiu-se para a Igreja de Valença onde permaneceu por 01 ano e 03 meses. Em 1963, atendendo indicação da liderança de sua igreja, aceitou o convite para pastorear a Assembléia de Deus na Penha, na época congregação de São Cristóvão. O rebanho na Penha precisava de um Pastor. A igreja passava por um momento difícil e alguns pequenos grupos pensavam em dividir o trabalho. Sim, era preciso de alguém que pudesse “cuidar das feridas”, darem lenitivo aos cansados e unir um povo que estava vivendo sob a égide da divisão. A Igreja da Penha precisava de um pacificador.

No endereço da Rua Honório Bicalho, nº 88, o Pr. José Santos seguiu uma trajetória retilínea por 33 anos. Neste período a igreja experimentou um franco crescimento; multiplicando o número de seus membros, implantando congregações e espalhando seu raio de ação pelas regiões vizinhas. Além disso, seu trabalho era reconhecido pelas principais lideranças das Assembléias de Deus e o rapaz vindo da pequena cidade de Baltazar ocupava, cada vez mais, lugar de destaque no cenário do Movimento Pentecostal no Rio de Janeiro, exercendo importantes cargos na Convenção do Estado.

Difícil é falar da vida de um homem como José Santos. Se fôssemos falar dele através de números, verificaríamos a grandiosidade de seu ministério e de sua vida como um todo:

• Mais de 60 anos de crente,

• Mais de 50 anos de ministério,

• 59 anos de casado,

• 11 filhos, todos no caminho do Senhor,

• Inúmeras cerimônias de casamento oficializadas,

• Inúmeros crentes batizados pelas suas mãos.

Pr. José Santos, o povo da Igreja Assembléia de Deus na Penha reconhece o trabalho pelo Senhor realizado em prol do evangelho de Cristo, enaltece o exemplo de pai amoroso e líder espiritual e agradece a Deus a dádiva de tê-lo conosco.

GNotícias/Notícias Cristãs

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Bento XVI pede união de todas as Igrejas cristãs




Cidade do Vaticano - O papa Bento XVI pediu neste domingo a unidade de todas as Igrejas cristãs, porque "a comunhão dos cristãos torna mais crível e eficaz o anúncio do Evangelho", antes de rezar o Ângelus dominical na Praça de São Pedro, diante de cerca de 50 mil fiéis.Bento XVI anunciou que assistirá amanhã à cerimônia ecumênica presidindo as solenes vésperas na Basílica de São Paulo Extramuros, no encerramento da Semana de Oração para a União dos Cristãos, que coincide com a conversão de são Paulo.
"A Igreja é concebida como o corpo, do qual Cristo é a cabeça, e forma com Ele um uno", acrescentou o papa, citando São Paulo: "Todos fomos batizados mediante um só espírito em um só corpo, judeus ou gregos, escravos ou libertos, e todos saciamos nossa sede espiritual".Graças aos carismas, "a Igreja se apresenta como um organismo rico e vital, não uniforme, fruto do único Espírito Santo que conduz todos a uma unidade profunda, assumindo as diferenças sem aboli-las e realizando uma união harmoniosa", disse.
Portanto, é justo em Cristo e no espírito que a Igreja é una e santa, o que é uma íntima comunhão que supera a capacidade humana e a sustenta, afirmou o pontífice.
O papa lembrou a figura de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas e da imprensa católica, cuja memória litúrgica é celebrada hoje e a relacionou com a mensagem que enviou ontem aos sacerdotes para que divulgassem o evangelho pela internet.



EFE/Notícias Cristãs

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

As inovações da música gospel no Brasil

A música gospel brasileira passa por mudanças cada vez maiores.
Novos ritmos aparecem, diferentes das tradicionais canções que marcaram gerações de evangélicos, como os louvores “calminhos” de Ozéias de Paula, Sérgio Lopes, Cristina Mel e muitos outros, numa época em que o que hoje é chamado de gospel (junção no inglês God spell, palavra de Deus) ainda era a "música dos crentes".
Há alguns anos, as “músicas de fogo” de Cassiane, Elaine de Jesus e outras sacudiram muitos cristãos e dividiram espaço com bandas e cantores de rock gospel, como Oficina G3, Catedral e, mais tarde, PG, ex-vocalista do Oficina.
Mas hoje, novos ritmos aparecem, ou ganham destaque, no cenário gospel: o axé, o pop rock, o calipso e o pagode.Esses ritmos, marginalizados dentro do próprio meio evangélico, hoje ganham cada vez mais espaço nas igrejas e rádios cristãs. Lázaro, ex-integrante do Olodum, ganhou o Brasil com o axé gospel de canções como “Oh Glória” e “Eu sou de Jesus”.
Em Belém e em diversas capitais brasileiras, multidões de todas as faixas etárias foram aos shows do cantor.



Mas existem as exceções: Régis Danese, com o estilo louvor de “Faz um milagre em mim”, conquistou não apenas cristãos, mas também não-cristãos.
“Faz um milagre em mim” ou “Como Zaqueu”, título mais conhecido pelo público, também ganhou versões em outros ritmos: no pagode, na voz do Pique Novo e, mais recentemente, no brega.
Outro gênero inovador na gospel music é o que canta Mylla Karvalho, ex-vocalista da banda Cia do Calipso. Após aceitar Jesus, há dois anos, a cantora continua no calipso, ritmo que a consagrou, mas as letras já não são mais as mesmas: uma mostra é seu grande sucesso “Te Escolhi”.


Mesmo com as novidades, outros cantores já consagrados também tem seu lugar fiel junto a esse público tão heterogêneo: Fernanda Brum inovou mais uma vez com a canção “Cura-me”, uma composição forte e que traz um clipe impactante, todo gravado em tons pastéis.
O Ministério de Louvor Diante do Trono mantém a perfeição musical que os consagrou, com o CD Príncipe da Paz, e está se preparando para gravar seu 12º trabalho. Fernandinho, que iniciou a carreira com melodias lentas e louvores agora investe no pop rock com o sucesso “Dançar na chuva”, que arrastou a multidão no último show do cantor em Belém.
Isso sem falar de Pedro Geraldo, mas conhecido como PG, que lançou no fim de 2008 o CD “Eu sou Livre”, uma mistura de rock pesado com baladas: “Quem sou eu?” e “meu Universo” já constituem sucesso de público e de crítica.
E as cantoras Damares, com o louvor de fogo "Sabor de mel" e Soraya Moraes, vencedora do Troféu talento 2009, com "Som da Chuva" remetem aos ritmos mais escutados por cristãos de outras gerações, com pequenas variações modernas nos arranjos das letras.

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